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Mostrando postagens de Setembro, 2020

Os Limites Divinos

  O s termos de Deus se definem como a fronteira mais ampla de oportunidade para a humanidade. Não há como ultrapassar esses limites por melhor ou pior que sejam a bondade ou a malignidade humana. Por graves que sejam os erros cometidos por uma pessoa, ela nunca vai estar fora do alcance do olhar misericordioso do Pai eterno. Ainda que suas atitudes pecaminosas causem delito ou danos irreparáveis, mesmo assim, não serão obstáculos para separá-la de sua graça. Os atos impuros que possam ir além da conjectura humana de tolerância ou de prescrição legal em uma sociedade, são regidos por lei humana e qualquer feito deletério deve ser julgado e punido conforme as leis de cada país. Mas nunca devemos acreditar que os pecados humanos são pesados por Deus da mesma maneira que são julgados por uma instituição social humana. Por isso é bom evitar que a sentença dada a alguém, em escopo terreno, siga na consideração apenas das leis sociais. Da mesma forma, percebermos que os

O Pior dos Homens

D eus é capaz de encontrar nos piores dos homens a oportunidade para os confortar e confiar-lhes o evangelho. É o que diz o apóstolo Paulo, um outrora perseguidor de Cristo, a Timóteo. Não pela lei, por ela nenhum homem seria justificado. A lei mosaica não foi feita para o justo, mas para os pecadores. Dessa forma ele mostra que, da mesma maneira que a lei foi feita para os infiéis, a graça e o perdão de Deus se revelam aos pecadores, como uma demonstração mais elevada de misericórdia, do poder e do amor de Deus. Nesse caso, é para o evangelho da glória de Deus que o mais notório escritor bíblico, Paulo, descrito como o apóstolo aos gentios, encoraja seu filho na fé, Timóteo, e o adverte a não se deixar embaraçar por nenhum outro tipo de doutrina ou filosofia dos homens de sua época. O mais interessante é que ao mostrar que o evangelho de Cristo é o poder de Deus que traz a verdadeira solução para os pecados humanos, ele não se coloca como isento da graça de Deus. Me

Poder Para Matar

O s escribas e fariseus tentavam arrancar de Jesus algumas confissões que pudessem incriminá-lo. Eles queriam tirar de suas palavras motivos para o acusar. Eles precisavam de um plano para cumprir seu desejo homicida. Tudo isso, porque Jesus falava abertamente da hipocrisia praticada por eles. Porém, em reuniões com seus discípulos em presença de escribas e fariseus, Jesus falava por parábola. Suas palavras, em vez de produzirem nos doutores da lei mosaica completo entendimento para eles conseguirem prova para matá-lo, algumas vezes, deixavam-nos maravilhados e sem conseguirem arrancar êxito para cumprir seus intentos. Então eles como hipócritas, fingidores, faziam convites amistosos a Jesus para reuniões em suas casas. Eles esperavam em seus gestos e conversas, distraí-lo para ter como acusá-lo perante as autoridades. Em algumas ocasiões, eles percebiam e questionavam que Jesus não se lavara antes do comer. E Jesus falou-lhes: vós limpais o exterior dos pratos e dos